banner.gif (44080 bytes)

Afat Notícias

Jornal da Pestalozzi

Jornal do SinCond

Informativo Unicred

backg_menu_topo.gif (550 bytes)
Pesquise aqui nos textos das publicações da Nota Bene

 

backg_menu_base.gif (133 bytes)

 

Niterói, junho de 2004 - Ano 7 - Nº 80
JORNAL DA ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE NITERÓI
Centro de patologias reumáticas atende 120 por semana

Pessoas que sofreram acidentes comuns, que podem ocorrer dentro de casa. Esse é o perfil da maioria dos pacientes atendidos no novo Centro de Reumatologia e Traumatologia da Pestalozzi, que começou a funcionar em fevereiro. Com uma média de 120 atendimentos por semana, o setor é especializado nas chamadas patologias reumáticas (como artroses e artrites), além de vítimas de acidentes.

A fisioterapeuta responsável pelo atendimento, Deborah Soares Millbourn, explica que o setor já existia há sete anos, mas foi reorganizado no início deste ano. “Outros centros também passaram por essa reorganização, que separou os setores por patologias. A idéia é ter um atendimento mais eficiente e também condicionar melhor o estágio dos alunos da faculdade”, disse Deborah, formada pelas Faculdades Pestalozzi.

O atendimento é feito de segunda à quinta-feira, com pausa às sextas-feiras para avaliação dos casos.

A maior parte dos pacientes chega através do Sistema Único de Saúde (Sus), e desses, muitos vão ao centro depois de passar por tratamentos inadequados na rede pública. É o caso da empregada doméstica Norma Alves Pereira, de 55 anos. Há cerca de um ano, ela caiu da escada em casa e sofreu uma luxação na mão direita. “O médico me deu alta sem me examinar direito”, queixou-se a paciente, que começou a se tratar na Pestalozzi há dois meses. “Antes minha mão nem fechava, Agora, já posso até descascar uma batata”, diz.

Outra doméstica, Maria de Fátima Pereira Barros, de 51 anos, ia para o trabalho quando caiu na rua e fraturou o braço esquerdo em três lugares, há quatro meses. “Sentia dores e não conseguia nem levantar o braço”, conta.

O servente de pedreiro José Inácio da Silva, 47 anos, está no centro há um ano fazendo um trabalho de fortalecimento muscular, após uma fratura de ulna (um dos ossos do antebraço). Ele precisou da colocação de uma osteossíntese de ulna, que possibilitou a implantação de uma placa e junção dos fragmentos do osso quebrado. “Já dá para carregar um balde”, afirma o paciente.

Deborah diz que para a equipe esses resultados não bastam. “Nosso objetivo é fazer com que a pessoa recupere todos os movimentos normais. Só assim teremos a certeza de que fizemos um bom trabalho”, afirma ela.

 

Leia mais

Arns vê discriminação no repasse do Paed
Inaugurada terceira clínica de odontologia
Padaria-Escola profissionaliza jovens
Lizair toma posse para um novo mandato no Conade
Curso técnico de enfermagem já inscreve para nova turma

 

   Imprimir
 Voltar
 Topo

 Livros


A sociedade que eu vi



Anais do 10º Congresso Nacional da Fenasp —O portador de deficiência e os desafios da atualidade



50 anos de vida - Uma história de amor

© Todos os direitos reservados à Nota Bene Editora e Comunicação. Este material não pode ser publicado,
transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização.